A Luz na China Comunista

Liao Yiwu é um dos escritores contemporâneos mais censurados na China. No passado, ele foi preso por quatro anos após escrever o poema épico Massacre, sobre a sangrenta repressão do governo contra manifestantes na Praça da Paz Celestial, em 1989.

Recentemente, mais uma das suas obras foi censurada – Deus é Vermelho: a história secreta de como o Cristianismo sobreviveu e floresceu na China comunista (Editora Mundo Cristão). O livro fala do cristianismo, a maior religião formal do país – onde há cerca de 70 milhões de cristãos praticantes, apesar da tentativa do governo totalitário de banir todas as formas de fé. Em Deus é Vermelho, Liao reúne 18 entrevistas e ensaios escritos entre 2002 e 2010, que retratam a perseguição política que torturou e assassinou milhares de pessoas e destruiu templos. 

Yiwu referiu à revista VEJA que:

Eu era um simples escritor quando conheci um médico cristão na região montanhosa da China, que era vice-presidente de um hospital local e praticava a medicina há mais de 15 anos. Ele me contou que decidiu assumir que era cristão ao governo e acabou perdendo seu cargo. Quando o encontrei, ele realizava por conta própria uma cirurgia de catarata com o auxílio de apenas duas pessoas, que seguravam as lâmpadas para ajudá-lo. Com ele aprendi muito sobre o cristianismo. Fiquei curioso para saber como era possível uma fé estrangeira encontrar caminho e crescer em localidades tão isoladas, onde a modernização ainda não havia chegado. Nesses cantos remotos, descobri um ponto central, onde o Oriente encontrou o Ocidente. Embora tenha havido um choque de culturas, existe agora uma nova identidade cristã que é distintamente chinesa.

Sinopse do Livro:

Na China comunista, sob o regime de Mao Tsé-tung, todas as práticas religiosas foram banidas. O comunismo tornou-se a religião nacional e Mao foi entronizado, deificado e adorado. Apenas a igreja oficial era permitida, mas em seus cultos, apenas palavras de honra e louvor ao regime e ao líder Mao. Mas debaixo de tanta opressão, a semente do cristianismo brotou e floresceu.

Deus é vermelho percorre pequenos vilarejos e grandes cidades, trazendo narrativas emocionantes e assombrosas sobre dezenas de milhões de cristãos chineses que vivem a fé debaixo do duro regime socialista.

Indo de casa em casa, reunindo-se porões e sótãos, vivendo à margem da religião oficial do Estado, assim caminham os cristãos chineses. Correndo perigo de prisão, castigos e até morte, assim vivem os que desafiam o regime para manter e cultivar a fé em Jesus Cristo.

Conversas sussurradas, códigos cifrados, bíblias e material evangelístico contrabandeados, assim o evangelho é pregado cotidianamente. Deus é vermelho é o relato tocante e desafiador de uma Igreja viva que cresce e floresce no regime mais fechado do planeta.

Liao Yiwu traz nesta obra uma perspectiva nova sobre a força e a importância do Evangelho para pessoas simples e abnegadas, mas que morrerão sem negar o Autor de sua fé.

A luz na Arábia Saudita

A Arábia Saudita é um dos países islâmicos mais resistentes ao cristianismo no mundo, de acordo com informações da missão Portas Abertas. O país está entre os que mais cometem violência e perseguição religiosa contra os cristãos. Mas, apesar de toda a repressão, o evangelho tem chegado à região e cada vez mais pessoas se têm convertido à fé cristã.

O país está localizado na região onde o islamismo surgiu, há aproximadamente 1400 anos, desde então o sistema jurídico do Estado é baseado na Sharia, a lei islâmica, que define a dissidência ou conversão a outra religião diferente da oficial, como um crime grave. Na Arábia Saudita há uma polícia especial para fiscalização dessa lei, que é a Mutaween, ou polícia religiosa. É ela que prende os cristãos quando descobertos nos seus cultos clandestinos.

Apesar de toda perseguição e do posicionamento ostensivo e radical dos líderes islâmicos, como o que aconteceu com um jornalista que foi condenado por blasfêmia, por ter postado uma mensagem no Twitter sobre Maomé…

Porém, mesmo com toda repressão o evangelho tem chegado ao país e várias pessoas se têmconvertido, como foi o caso de Fátima Al-Matayri, que aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador após ter conhecido o evangelho através da internet. Através do mesmo veículo ela publicou sobre a sua conversão em alguns blogs. A jovem mulher, de apenas 26 anos, teve sua língua cortada pelo irmão e o seu corpo incendiado até a morte, pelo próprio irmão. Ele pertencia à Comissão Nacional para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, cujo posicionamento é semelhante ao do governo, ou seja, totalmente contra a religião cristã.

A boa notícia é que nem as leis dos homens nem as trevas repressivas do Islão puderão impedir que a Palavra de Deus chegue a todos os confins da Terra.

O Racismo, a Cruz e o Cristão

O racismo, o ódio ao estrangeiro e o sentimento de superioridade racial têm sido elementos trágicos da condição humana, no mundo inteiro. E cada vez que esses elementos se manifestam, encontramos por trás deles, bem na raiz do pecado racial, um coração escuro, duro e incrédulo que resiste à Graça e à misericórdia de Deus.

O evangelho de Jesus Cristo é a única esperança de chegarmos a soluções de facto significativas para  a questão e o problema racial. É isso que John Piper nos mostra no seu livro: O Racismo, a Cruz e o Cristão: A Nova Linhagem em Cristo”.

Além de confessar seus próprios pecados e sua experiência pessoal com tensões raciais, ele conta também como Deus tem transformado a sua vida. Piper expõe aos olhos dos leitores a realidade e a extensão do racismo e, a seguir, demonstra, a partir das Escrituras, como a luz do evangelho atravessa as trevas sombrias desse pecado tão (auto)-destrutivo. Veja o vídeo abaixo onde ele conta seu testemunho:

Projecto Joshua

“Ide, fazei discípulos todos os povos” (Mateus 28:19)

Até ao ano de 2010 9.803 grupos étnicos, 2.840.000.000 de seres humanos (42,4% da população mundial), nunca ouviram as Boas-Novas de Jesus Cristo nem do amor que Deus tem para lhes dar. A maioria destas pessoas vive neste planeta em condições de pobreza, fome, miséria, violência e injustiça, sem ter uma luz que os guie e que lhes dê a verdadeira felicidade, e significado para as suas vidas. Como se não bastasse a esmagadora maioria delas, morrem sem serem salvas e sem conhecerem a Verdade. Não é a política do Homem que puderá mudar o estado de coisas que impera neste mundo cada vez mais cinzento e triste, pois se assim fosse, todo o mal do mundo já teria sido extinguido, partindo do principio que todos nós desejamos paz e dignidade para os que não as possuem. Se todos queremos o mesmo, porque é que as coisas não só não mudam como pioram a cada dia que passa? Só o Mestre e Criador do Universo puderá mudar o rumo deste mundo, e é ai que entram os seus filhos missionários.

O Projecto Joshua, iniciado em 1995 nos EUA, através do seu site, apresenta um mapa pormenorizado de todas as etnias, tribos e povos que vivem ainda na escuridão espiritual, ou que procuram a luz pelos meios errados. Apresenta também o fruto do trabalho de milhares de missionários que deixam o conforto das suas vidas, para se dedicarem aos outros, passando a Palavra da Salvação e este enorme tesouro que Deus tem preparado para todos nós e que todos os cristãos conhecem.

Renascidos: James Hetfield

James Alan Hetfield, nasceu em 1963, numa família seguidora da seita “Ciência Cristã”, algo que na adolescência causou vários conflitos com o seu pai, Virgil Hetfield, pois James questionava os valores da ciência cristã. O seu pai era motorista de camiões e a sua mãe Cynthia, foi cantora lírica. Ela ajudou James nos seus primeiros passos na música. Chyntia faleceu de cancro em 1979 após recusar o tratamento médico, acreditando que a cura viria somente através da fé em Deus, e como tal, recusou todo e qualquer tipo de tratamento médico. James tinha 16 anos quando perdeu a mãe. Este episódio, naturalmente que criou nele uma tempestade interna, afastando-o de Deus. A música  “The God That Failed ” do famoso “Black Album” lançado em 1991 e a música “Until it Sleeps” do álbum “Load” de 1996 retratam esse episódio. Após 20 anos de dor interior afogada no álcool, e após um tratamento de abstinência do vício iniciado em 2002, James é desde então um homem renascido, um bom pai, um bom marido, abençoado e com uma atitude positiva perante a vida. A sua fé (embora não professada explícita e publicamente) é visível tanto em algumas das suas inúmeras letras como nas suas tatuagens: as palmas das mãos em oração junto ao nome dos filhos, uma cruz no centro, e a imagem de Jesus Cristo no seu braço esquerdo.

Em baixo poderá ler o testemunho do Pastor John Van Sloten da New Hope Church em Calgary, Canadá, que recentemente estudou todas as letras dos Metallica, e descobriu que nelas estão incluídos os mesmos sentimentos de raiva, dor, injustiça e mágoa que encontramos no Velho Testamento da Bíblia. No primeiro caso, são sentimentos que James exteriorizava, fruto do mundo podre em que vivemos, no segundo caso, são os mesmos sentimentos de Deus, perante os podres da Humanidade. O Pastor John publicou o seu estudo no livro: “The Day Metallica Came to Church: Searching For The Everywhere God In Everything”. O primeiro capitulo do livro em formato PDF e em inglês, pode ser visto aqui.

No vídeo em baixo poderá ouvir parte da análise clara e positiva do Pastor John sobre a temática lirica dos Metallica, e aquilo que lemos nas Sagradas Escrituras. Os nossos sentimentos mais negros vs. o amor, a esperança e o perdão.

Renascidos: Lacey Nicole Mosley

Lacey Nicole Mosley de 30 anos, também conhecida como Lacey Sturm, é a vocalista e principal compositora da banda de metal/rock alternativo Flyleaf. Ela revelou numa entrevista que as suas principais influências são os Nirvana, Metallica e Pantera.

Lacey nasceu em Arlington, Texas, tem 5 irmãos e é filha de mãe solteira. A família dela era pobre, ela era ateísta, e discutia muito com a sua mãe. Devido aos problemas e falta de rumo espiritual, Lacey experimentou drogas pela primeira vez quando tinha apenas 10 anos de idade.

Quando Lacey tinha 14 anos, ganhou um baixo no Natal e começou a tocar canções dos Nirvana e dos Green Day com seu irmão que tocava guitarra.

Aos 16 anos, ela foi expulsa de casa depois de uma discussão com a sua mãe, tendo se mudado para a casa dos avós em Gulfport. Nessa cidade, ela foi para o colégio e juntou-se a uma banda que estava a necessitar de um baixista. Passou a ser vocalista da banda e começou a compor as suas próprias canções.

Naquele mesmo ano, Lacey entrou em depressão e pensava em se suicidar, “Eu perdi o meu namorado, perdi meus irmãos e irmãs, perdi as minhas drogas. Eu realmente senti que era o fim. Então eu decidi  matar-me no dia seguinte”, disse Lacey. Mas a sua avó forçou ela a ir à igreja, e ela tornou-se cristã. “A minha vida mudou totalmente depois disso” afirma Lacey.

Em 2010, ela recebeu duas nomeações aos Grammy Award pelo trabalho que realizou com os Third Day. A canção “Born Again” foi nomeada nas categorias de “Melhor Canção Gospel” e “Melhor Performance Gospel”.

No mesmo ano recebeu uma nomeação na categoria “Hottest Chick in Metal”, no Revolver Golden Gods Awards 2010.  E os sucessos dela não param.

O “Shemá”

“Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor.” – Deuteronómio 6:4

Tal como no tempo de Moisés (Séc. XV a.C.), Israel continua nos dias de hoje de coração duro e com a mentalidade petrificada, violando diariamente os mandamentos, estatutos e normas ordenadas pelo Deus único, Senhor de toda a humanidade. Opressão, injustiça e violação dos direitos humanos não são os planos de Deus.