Renascidos: James Hetfield

James Alan Hetfield, nasceu em 1963, numa família seguidora da seita “Ciência Cristã”, algo que na adolescência causou vários conflitos com o seu pai, Virgil Hetfield, pois James questionava os valores da ciência cristã. O seu pai era motorista de camiões e a sua mãe Cynthia, foi cantora lírica. Ela ajudou James nos seus primeiros passos na música. Chyntia faleceu de cancro em 1979 após recusar o tratamento médico, acreditando que a cura viria somente através da fé em Deus, e como tal, recusou todo e qualquer tipo de tratamento médico. James tinha 16 anos quando perdeu a mãe. Este episódio, naturalmente que criou nele uma tempestade interna, afastando-o de Deus. A música  “The God That Failed ” do famoso “Black Album” lançado em 1991 e a música “Until it Sleeps” do álbum “Load” de 1996 retratam esse episódio. Após 20 anos de dor interior afogada no álcool, e após um tratamento de abstinência do vício iniciado em 2002, James é desde então um homem renascido, um bom pai, um bom marido, abençoado e com uma atitude positiva perante a vida. A sua fé (embora não professada explícita e publicamente) é visível tanto em algumas das suas inúmeras letras como nas suas tatuagens: as palmas das mãos em oração junto ao nome dos filhos, uma cruz no centro, e a imagem de Jesus Cristo no seu braço esquerdo.

Em baixo poderá ler o testemunho do Pastor John Van Sloten da New Hope Church em Calgary, Canadá, que recentemente estudou todas as letras dos Metallica, e descobriu que nelas estão incluídos os mesmos sentimentos de raiva, dor, injustiça e mágoa que encontramos no Velho Testamento da Bíblia. No primeiro caso, são sentimentos que James exteriorizava, fruto do mundo podre em que vivemos, no segundo caso, são os mesmos sentimentos de Deus, perante os podres da Humanidade. O Pastor John publicou o seu estudo no livro: “The Day Metallica Came to Church: Searching For The Everywhere God In Everything”. O primeiro capitulo do livro em formato PDF e em inglês, pode ser visto aqui.

No vídeo em baixo poderá ouvir parte da análise clara e positiva do Pastor John sobre a temática lirica dos Metallica, e aquilo que lemos nas Sagradas Escrituras. Os nossos sentimentos mais negros vs. o amor, a esperança e o perdão.

O “Shemá”

“Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor.” – Deuteronómio 6:4

Tal como no tempo de Moisés (Séc. XV a.C.), Israel continua nos dias de hoje de coração duro e com a mentalidade petrificada, violando diariamente os mandamentos, estatutos e normas ordenadas pelo Deus único, Senhor de toda a humanidade. Opressão, injustiça e violação dos direitos humanos não são os planos de Deus. 

A Ponte [Filme]

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3:16

Esta curta metragem da República Checa, nomeada para o Óscar de Melhor Curta Metragem em 2004, resume em pouco mais de 30 minutos, o que Deus fez por toda a humanidade. As pessoas no comboio somos todos nós, o pai representa Deus, e o filho, Jesus Cristo. Um filme de esperança e renovação interior. Filme completo, legendado em português:

Panteísmo Vs. Panenteísmo

Deus está presente no cosmos e o cosmos está presente em Deus.

A teologia antiga expressava esta mútua interpenetração pelo conceito “pericórese”, aplicada às relações entre Deus e a criação e depois entre as divinas Pessoas da Trindade.

A teologia moderna cunhou outra expressão, o “panenteísmo” (em grego: pan=tudo; en= em; theos=Deus). Quer dizer: Deus está em tudo e tudo está em Deus. Esta palavra foi proposta pelo evangélico Frederick Krause (l781-1832), fascinado pelo fulgor divino do universo.

O panenteísmo deve ser distinguido claramente do panteísmo. O panteísmo (em grego: pan-tudo; theos=Deus) afirma que tudo é Deus e Deus é tudo. Sustenta que Deus e mundo são idênticos; que o mundo não é criatura de Deus mas o modo necessário de existir de Deus. O panteísmo não aceita nenhuma diferença: o céu é Deus, a Terra é Deus, a pedra é Deus e o ser humano é Deus. 

Tudo não é Deus. As coisas são o que são: coisas. No entanto, Deus está nas coisas e as coisas estão em Deus, por causa de seu acto criador. A criatura sempre depende de Deus e sem Ele voltaria ao nada de onde foi tirada. Deus e mundo são diferentes, logo, a natureza foi criada por Ele, mas não é Ele. Deus não é uma árvores, nem um animal nem um corpo celeste. 

O universo em cosmogênese nos convida a vivenciarmos a experiência que subjaz ao panenteísmo: em cada mínima manifestação de ser, em cada movimento, em cada expressão de vida estamos às voltas com a presença e a acção de Deus. Abraçando o mundo, estamos abraçando Deus. As pessoas sensíveis ao Sagrado e ao Mistério tiram Deus de seu anonimato e dão-lhe um nome. Celebram-nO com hinos, cânticos e ritos mediante os quais expressam sua experiência de Deus. Testemunham o que o Apóstolo Paulo disse aos gregos de Atenas: ”Em Deus vivemos, nos movemos e existimos”.

A riqueza de Herodes

A Bíblia menciona vários reis da Judéia que tinham o nome de Herodes. Na verdade, trata-se de vários herdeiros de sangue real que tomavam esse nome por uma questão de monarquia, como ocorria com os vários césares que Roma teve.

Quando Jesus nasceu, o Herodes que comandava Jerusalém era um homem perverso e tremendamente político. Usando falcatruas e artimanhas, ele conseguiu acordos na corte romana e firmou-se no poder. Adorava construir prédios e parecia ser bom nisso. Ele completou o templo, ampliou os muros de Jerusalém e inaugurou teatros e hipódromos. Aliás, um dos anfiteatros que ele construiu foi restaurado recentemente e até hoje serve de palco para shows realizados em Jerusalém.

Mergulhado em investimentos imobiliários, Herodes tornou-se muito rico. Pesquisas arqueológicas revelaram que a sua renda anual ultrapassava 13 milhões de denários, uma quantidade que hoje equivaleria a mais de 1,6 milhão de dólares (mais de 3 milhões de reais).

Mas a riqueza da família Herodes não vinha apenas do mercado imobiliário. Ele facturava muito dinheiro com os pesados impostos que impunha ao povo. Por exemplo, cada agricultor tinha que devolver 1/4 do que colhia para os cofres do governo; o comerciante tinha que pagar 1/3 sobre os grãos que vendia e 1/2 sobre as frutas. Era dinheiro que não acabava mais.

Nada disso, porém, trouxe paz à família real que vivia às voltas com assassinatos entre parentes, adultérios, ganância e louca busca pelo poder. Hoje, acredite se quiser, o túmulo da família de Herodes – que fica numa praça de Jerusalém – teve que ser lacrado pela Câmara Municipal, pois acabou se tornando depósito de lixo e ponto de encontro para delinquentes e traficantes de drogas.

Como é triste verificar pessoas sofrendo da síndrome de Herodes. Pensam que o dinheiro e a glória deste mundo podem garantir a verdadeira paz e felicidade.