Jogo sobre a vida de Jesus Cristo é lançado no Facebook

Journey of Jesus: The Calling [Jornada de Jesus: O Chamando] é o primeiro jogo baseado na vida de Jesus feito para ser jogado em redes sociais. Lançado esta semana pela empresa Lightside Games, que já havia feito sucesso com “Journey of Moses” (A Jornada de Moisés).

“Em Journey of Jesus: The Calling, os jogadores revivem os passos do Messias, em uma autêntica experiência de Israel no tempo de Cristo”.

Os jogos sociais online atraem atualmente 300 milhões de jogadores em todo o mundo. Journey of Jesus apresenta gráficos de alta qualidade, música animada e as últimas tendências de jogos sociais. Os interessados podem procurar pelo título no Facebook e baixar o aplicativo ainda hoje. O jogo é gratuito e os jogadores podem escolher caminhos diferentes, explorar os espaços intrincados do jogo, procurar objectos e artefactos bíblicos, superar obstáculos, e visualizar melhor aspectos da política, da paisagem, da história e da vida diária da época (Séc. I).

Os líderes cristãos elogiam a iniciativa. Darrell Bock, professor de Novo Testamento do Seminário Teológico de Dallas, afirmou: “Por que um teólogo deve endossar um jogo de rede social? Porque 300 milhões de pessoas que ligam toda semana seus computadores para usar os jogos sociais e porque Journey of Jesus: The Calling leva os jogadores mais perto da vida de Cristo de uma forma divertida, reflexiva e divertida”.

O conhecido pastor e escritor Jack Hayford explica: “Eu não teria pensado que um jogo poderia nos lembrar que Jesus andou nesta terra, envolveu-se com pessoas reais e viveu uma vida diária cheia de dramas. Journey of Jesus: The Calling é maravilhoso porque é mais do que um jogo”.

A demanda por jogos sociais com temas bíblicos tornou-se evidente quando Journey of Moses foi lançado no verão passado. Em poucos dias atraiu mais de 2 milhões de jogadores em todo o mundo.

Journey of Jesus: The Calling pode ser um primeiro convite para ter conversas sobre fé com seus amigos não cristãos.

Conheça o jogo “Jornada de Jesus” aqui.

Anúncios

Selo do Séc. I encontrado no Templo em Jerusalém

Os arqueólogos descobriram recentemente um carimbo (selo) de argila de 2.000 anos de antiguidade em Jerusalém. Foi a Autoridade de Antiguidades Arqueológicas de Israel a instituição que encontrou este raro carimbo, do tamanho de uma moeda.

O carimbo apresenta duas inscrições, ambas em aramaico (língua falada no tempo de Jesus Cristo), nas quais se lê as palavras “santo” ( ou “puro”) e “Deus”. Por tanto, a tradução da inscrição seria “Santo para Deus” (puro para Deus, ou separado para Deus, no seu sentido literal).

O arqueólogo Ronny Reich da Universidade de Haifa, crê que o carimbo (selo) pertence do século 1 aC ao 70 dC . O cientista da Universidade Hebraica explica que corresponde com o período durante o qual as forças romanas sufocaram uma revolta judaica e destruiram o templo de Jerusalém.

Esta descoberta proporciona a evidência arqueológica directa da actividade ritual no templo tal e como se descreve nos textos bíblicos do Antigo Testamento cristão. 

A princípio, tudo indica que o selo está ligado aos rituais religiosos no Templo, pelo facto de ter sido encontrado debaixo do chamado “Arco de Robinson”, muito próximo do Monte do Templo.

Os arqueólogos acreditam que o uso do carimbo seria para marcar os objectos que haviam sido aprovados para o seu uso ritual, como por exemplo o azeite, ou um animal para o sacrifício.

Os elementos utilizados para o serviço religioso no Templo deveriam cumprir com as restrictas directrizes que se encontravam no texto legal judaico, a Mishna, onde menciona o uso de carimbos (selos).

O lugar onde foi encontrado o carimbo (selo) está situado próximo da parte antiga de Jerusalém, perto de uma outra escavação mais ampla que se realiza na zona conhecida como a Cidade de David, no interior do bairro vizinho palestiniano de Silwan.

Steven Spielberg & Moisés

[Escultura de Moisés por Michelangelo -San Pietro in Vincoli, Roma.]

A Warner Bros. está interessada em recuperar a história de Moisés. O filme que aí vem chama-se “Gods and Kings” e o objectivo dos estúdios é terem Steven Spielberg a realizar.

O acordo entre Spielberg e a Warner Bros. deverá acontecer em breve. A Warner Bros. terá apresentado o argumento ao realizador em Setembro de 2011 para o convencer a encontrar um lugar para “Gods and Kings” na sua apertada agenda, mas só agora é que a colaboração está perto de ser confirmada. Espera-se uma obra épica, em tom realista, recordando o trabalho de Spielberg com “O Resgate do Soldado Ryan” .

A libertação dos escravos, liderada por Moisés, já foi adaptada em 1956 por Cecil B. DeMille, com Charlton Heston no papel do líder judaico. Os Dez Mandamentos venceu o Óscar de efeitos-especiais e a célebre travessia do Mar Vermelho é um dos momentos altos no filme e será certamente um dos principais desafios para Spielberg. O realizador, que tem raízes judaicas, já sabe também que se o projecto for avante, não será em 3D.

O Tabernáculo

Um tabernáculo é um templo, um lugar para adorar Deus. O tabernáculo era a estrutura que os israelitas construíam para a adoração. Depois do Êxodo (fuga do Egipto para Israel) por volta do ano 1450 a.C., o povo israelita acabou vagueando pelo deserto da Península do Sinai durante 40 anos.

Juntamente com os Dez Mandamentos, Deus atribuiu a Moisés instruções bem detalhadas (Êxodo – Capítulos 25 a 40) de como o povo tinha que construir o tabernáculo. Todos os materiais usados eram raros e valiosos (ouro, prata, bronze, linho, acácia etc.) e a estrutura era completamente portátil.

De cada vez que os israelitas mudavam o seu acampamento de lugar, o tabernáculo mudava com eles. Por ser portátil, o tabernáculo também servia como um símbolo de que Deus andava com o povo de Israel.

O tabernáculo era diariamente usado como o meio em que o povo se relacionava com Deus. Incenso e animais imolados no altar eram oferecidos a Deus juntamente com orações e louvores. Deus também estabeleceu dias específicos como o dia da expiação, dia em que o povo e os sacerdotes fariam tarefas especiais ou sacrifícios especiais para Deus.

O tabernáculo tornou-se o centro da comunidade israelita enquanto eles estavam no deserto. Quando eles acampavam, o lugar do acampamento de cada tribo era determinado pela localização do tabernáculo. O tabernáculo continuou a ser usado até que o Templo em Jerusalém (Séc. X a.C.) foi construído, no tempo do rei Salomão.


Sepulcro Virtual

Para os que ainda não tiveram oportunidade para ir a Jerusalém (Israel) visitar a Basílica do Séc. IV conhecida como o Santo Sepulcro, já o podem fazer comodamente a partir de casa. Com duas vantagens, não terão os mares de multidões que visitam aquele local diariamente, e puderão vislumbrar o túmulo que a tradição histórica acredita ser o túmulo de Jesus Cristo. Isto pode ser feito ao seu ritmo, isto porque a permanência dentro do túmulo é gerida por um sacerdote que permite que os visitantes estejam dentro do túmulo apenas 15 a 20 segundos. Por isso, antes de viajar fisicamente, faça-o virtualmente.

[Clique na imagem para iniciar a visita]

Tanque de Siloé Descoberto

O Apóstolo João (10 d.C. – 103 d.C) relata que Jesus curou um cego, ordenando que este fosse ao Tanque de Siloé tirar o lodo que lhe tinha colocado nos olhos (João 9:7).

Em Agosto de 2005, o tanque foi descoberto. Um grupo de trabalhadores encontrava-se a reparar um cano de esgoto, na cidade de Jerusalém, quando descobriu um reservatório de água. Arqueólogos foram chamados ao local e confirmaram que esse reservatório era o Tanque de Siloé, mencionado no Evangelho de João.

Os académicos referiam que o Tanque de Siloé não existia e que João estava apenas a utilizar um conceito religioso para ilustrar uma situação, afirmou James Charlesworth, estudioso do Novo Testamento no Seminário Teológico de Princeton, nos Estados Unidos da América. 

A descoberta do Tanque de Siloé mostra que um evangelho que muitos pensavam conter apenas “teologia pura” está “alicerçado em História“, disse Charlesworth.

Os cépticos diziam que o Tanque de Siloé não existia e que João tinha inventado tudo. Os cépticos podem dizer o que quiserem mas a verdade é que a Arqueologia ano após ano continua a comprovar o carácter histórico da colecção de livros conhecida como a Bíblia.

Localização exacta do Tanque de Siloé: 31° 46′ 14″ N, 35° 14′ 6″ E

Ver para crer

É comum ouvir-se da parte da maioria dos cépticos, de que os eventos e/ou locais referidos nas Sagradas Escríturas nunca tiveram lugar. Isso denota apenas uma profunda falta de conhecimento histórico-cultural. Em baixo, seleccionamos apenas dois sites onde se pode vislumbrar (e visitar) a maioria dos locais referidos tanto no Antigo como no Novo Testamento. Hoje em dia qualquer pessoa pode pisar os locais onde passaram ou estiveram as inúmeras figuras históricas da Bíblia. No entanto, apenas com o Wikipédia e o Google Maps é possível visitar esses mesmos locais sem sair de casa. É ver para crer.